Padarias brasileiras reinventam modelo de negócio que está prestes a ser exportado para México e China
Edson Rico, dono da St. Etienne |
Elas ganharam fama como um negócio típico de portugueses, mas partiu
dos brasileiros, ora pois, a reinvenção do conceito das padarias,
cobiçado hoje por mexicanos, espanhóis, americanos, chineses, angolanos e
até no leste Europeu. Único no mundo, o novo modelo de negócios que
reúne num só local restaurante, pizzaria, choperia, banca de revistas,
enlatados, sem esquecer, é claro, do pãozinho quente, virou projeto de
exportação com aval até do governo. “Dentro de um ano já devemos
conhecer o primeiro destino da padaria brasileira fora do País”, espera
Claudio Borges, gestor do projeto Brazilian Bakery na Agência Brasileira
de Promoção de Exportações e Investimento (Apex Brasil), órgão
vinculado ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio
Exterior.
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