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24 de out. de 2011

Etiquetas eletrônicas no varejo: inovação, economia e sustentabilidade

Do ponto de vista do consumidor, as etiquetas eletrônicas evitam surpresas no caixa com a cobrança de valores diferentes, devido às mudanças nos preços que podem não ter sido claramente informadas. Além da alta confiabilidade dos dados, outras vantagens incluem informações mais completas sobre características técnicas dos produtos, promoções de última hora, receitas e acompanhamentos sugeridos para cada item, entre outros detalhes.


Ainda para os donos de supermercados e lojas de departamento, as etiquetas eletrônicas ajudam a acelerar a reposição de itens nas gôndolas e permite o agendamento de promoções durante o dia, ampliando a rentabilidade do estabelecimento e criando mais oportunidades para que o cliente economize nas compras.

A economia, aliás, é um dos grandes benefícios da solução. Hoje em dia, o mais usual é que um funcionário rotule os produtos nas prateleiras, tanto para identificá-los como para atualizar os preços. A partir de um controle centralizado baseado em raios infravermelhos (IR) de alta frequência, a etiqueta eletrônica permite que qualquer mudança nas informações dos produtos seja feita de forma 100% automática em questão de segundos, sem que um empregado precise se deslocar até a gôndola e – o mais importante – sem o uso das etiquetas convencionais, reduzindo custos com papel e impressão. Este é um dos motivos que fazem a tecnologia ser apontada como referência em inovação e sustentabilidade.

Brazilian Retail Week

10 de jun. de 2011

Varejo americano investe em iniciativas sustentáveis

Dia após dia, os varejistas dos Estados Unidos têm investido em novas frentes para se tornarem mais ecologicamente corretas. A Macy’s, gigante de lojas de departamentos, por exemplo, substituirá os cabides de roupas por versões feitas de material reciclado. Anualmente, a empresa usa 300 milhões de cabides em seus pontos de venda. A varejista também testará, como projeto piloto, estações de carga de veículos elétricos em seis pontos de venda na região de San Diego. Até o final do ano, 200 lojas receberão por volta de 280 mil lâmpadas LED. A Macy’s também está eliminando de seus restaurantes in-store copos e pratos feitos de espuma, substituindo-os por versões em papel ou plástico, feitos de materiais recicláveis ou reciclados. Os guardanapos de papel serão feitos de 40% de itens pós-consumo.

A rede de vestuário Old Navy, por sua vez, realizou uma iniciativa chamada “The Flip Flop Replay”, recolhendo sandálias usadas que serão convertidas em pisos para os playgrounds de quatro comunidades americanas. A Office Depot, de materiais para escritório, por sua vez, recolhe lápis, canetas e marcatextos para reciclá-los em forma de latas de lixo e gaveteiros.
 
FONTE: mercado & consumo

11 de mar. de 2010

Loja McDonald´s, na Riviera de São Lourenço, em São Paulo: única da franquia com certificação verde na América Latina

Restaurante McDonald’s da Riviera de São Lourenço, em Bertioga, recebeu a certificação LEED. Com mais de 50% de economia de água e 14% em energia, a loja do litoral de São Paulo é a primeira franqueada da América Latina com o selo emitido pelo Leadership in Energy and Environmental Design. O LEED é concedido pelo U.S. Green Building Council, organização que reúne representantes dos setores da construção e da arquitetura para a promoção de edifícios que atendam critérios de sustentabilidade no projeto arquitetônico e na construção. Para obter a certificação é necessário cumprir uma série de pré-requisitos. “Eles estão divididos em cinco grandes grupos: localização do empreendimento, energia, água, qualidade ambiental interna e materiais”, explica Felipe Faria, do Green Building Council. “Por exemplo, na parte da localização do terreno, é obrigatório para o empreendedor o trabalho de proteção contra sedimentação e erosão antes do início da construção”, diz. Outras medidas que contam pontos são o acesso (se a construção dispensar o uso de veículos individuais), a pavimentação do solo e da cobertura (que deve favorecer a não-formação de ilhas de calor nas instalações) e, claro, obter níveis mínimos de eficiência energética. “O LEED é um reconhecimento conceitual; ele dita alguns parâmetros e metas e o empreendedor utiliza sua criatividade e os itens oferecidos no mercado para cumprir os créditos e atingir o reconhecimento”, diz Faria. Para obter a certificação, a loja McDonald’s da Riviera teve que seguir os parâmetros estabelecidos desde a construção e, em um ano de operação, o restaurante já teve economia de 50% no uso de água potável e de 14% no de energia elétrica – graças à adoção de painéis solares e lâmpadas LED.
Outras ações sustentáveis adotadas incluem o sistema de captação de água pluvial, que é utilizada para lavagem de pisos, descargas e irrigação dos jardins. Toda a madeira utilizada é proveniente de áreas de manejo florestal e, na decoração, os itens que imitam madeira são, na verdade, plástico reciclado. O sistema de ar condicionado também não utiliza CFC e é programado para desligar automaticamente e abrir as janelas quando necessário – o que diminui a cota de refrigeração em 25%. Segundo Sérgio Antonon, gerente de expansão da Arcos Dourados Brasil, operadora da marca McDonald’s na América Latina, a loja em Riviera está preparada para o movimento na alta temporada sem prejudicar o projeto sustentável. “As instalações foram planejadas para suportar todas as épocas do ano, sejam elas de grande ou baixo movimento: a economia energética é proporcional à utilização”, diz. Antonon afirma que os índices de gasto/economia continuam os mesmos durante todos os meses do ano, e que a cooperativa responsável pela coleta e reciclagem de lixo trabalha em ritmo acelerado durante a alta temporada. Apesar de possuir mais de 600 lojas no Brasil (573 restaurante e 58 McCafés), o McDonald’s da Riviera é o único do país e apenas o terceiro do mundo a obter a certificação verde – os outros dois são em Chicago, Estados Unidos, e Lindora, na Costa Rica. “Ainda não temos uma previsão sobre novos empreendimentos ‘verdes’. Estamos estudando novas regiões e oportunidades para a implantação”, diz Antonon.
Paula Rothman, de INFO Online - gentileza Sergio Becker

Avião Ecológico – SouthWest

Em novembro de 2009 a companhia Southwest anunciou o lançamento de um avião ecológico, um Boeing 737-700 que testará materiais sustentáveis e a oferta de conforto aos passageiros.
A fornecedora?
InterfaceFlor, que é a maior fabricante de carpetes modulares do mundo e que desde 1994 opta pela sustentabilidade. No mínimo um projeto interessantíssimo.
Matéria na íntegra: DiárioNet - gentileza Sérgio Becker