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31 de ago. de 2016

Técnicas de concentração dos atletas que podem ajudar nas vendas

Especialista aponta elementos das modalidades olímpicas que podem inspirar o time comercial a conquistar resultados melhores. Confira

Shutterstock

Seja nas quadras, no tatame, na piscina ou no mundo corporativo, a performance e o desempenho da equipe é essencial. Para os atletas mais competitivos, por exemplo, treinar a mente é tão importante quanto a formação do seu corpo. Ou seja, o treinamento mental é a chave para reduzir o estresse, controlar as emoções e desenvolver alguns mecanismos de enfrentamento que irão ajudar a manter tranquilidade e a concentração em caso de jogos apertados ou competições importantes.
No ambiente de trabalho não é diferente. A mente é como um espelho que segura as imagens, ideias, pensamentos e palavras que usamos. Desenvolver um equilíbrio para a concentração, criar uma lista de tarefas para se manter organizado e centrado nas atividades, são técnicas positivas que ajudam qualquer profissional, principalmente na área de vendas. Por este motivo, listei seis modalidades dos jogos olímpicos que necessitam de concentração para influenciar positivamente a performance da sua equipe de vendas:
1- Natação – Diminua as distrações: quando estamos focados no trabalho, é tentador responder aos alertas de e-mails, SMS, Whatsapp ou Skype.  Se você se distrai a cada cinco minutos, dificilmente conseguirá ser 100% produtivo para alcançar seus objetivos.  O ideal é programar horários para responder seus e-mails e outras mensagens que surgirão ao longo do dia. Afinal, você já viu algum nadador parar seu percurso para atender o telefone? Provavelmente não. Eles fazem isso porque sabem que o estágio de concentração é essencial para ter um alto desempenho na hora de competir;
2- Futebol – Estruture seu ambiente: o seu local de trabalho tem um impacto sobre sua capacidade de se concentrar. Os jogadores de futebol, por exemplo, não chegam direto para o jogo, eles entram em um processo de concentração e aquecimento em um ambiente totalmente preparado para isso. Na rotina de trabalho não é diferente, pois é preciso organizar todas as demandas que precisará tocar durante aquele dia. Uma dica importante: conversar com a equipe diariamente, ou pelo menos, uma vez por semana, para dizer o que se espera de cada um deles, ajuda a alinhar as expectativas para que eles desempenhem todas as atividades com mais foco e concentração;
3- Vôlei – Pratique várias jogadas: a melhor forma de garantir o aprendizado é sempre praticando. Isso ajuda os atletas a aprimorarem seu desempenho e a elevarem o seu nível profissional. Um vendedor não é diferente desse atleta. Ele precisa treinar exaustivamente e se superar a cada dia. Para isso acontecer, é importante estudar, ler, fazer cursos, exercícios para ter um desempenho excepcional e alavancar as vendas da empresa;
4- Basquete – Conheça as regras:  já percebeu o quão técnico e quantas regras um jogo de basquete possui? Alguma vez um jogador chutou a bola porque confundiu o jogo com o futebol? Claro que não! Conhecer as regras é imprescindível para ser um bom jogador. Para um vendedor isso também se aplica. As etapas de uma venda precisam sempre estar na sua mente para serem executadas com êxito;
5- Judô – Tenha um prazo: seja no esporte ou na vida real, tudo tem um prazo. As lutas de judô por exemplo, duram até 5 minutos, um jogo de futebol tem dois tempos de 45 minutos, o de basquete tem quatro quartos e o vôlei tem de 3 a 5 sets. Para os vendedores isso não é diferente, pois eles têm metas para serem batidas dentro de um curto período de tempo. Não adianta querer ganhar o jogo no trigésimo segundo dia, assim como um lutador não pode vencer a luta depois de ter acabado. Pense nisso!;
6- Ginástica Artística – boa alimentação aliada à concentração: o que seu corpo absorve afeta diretamente o poder de concentração. Ninguém esperaria o máximo de desempenho de uma ginasta que abusou da alimentação às vésperas do campeonato. Mas, se você se permite a privação de sono, o uso excessivo de estimulantes como, cafeína ou alimentos gordurosos, sua concentração certamente vai sofrer alguns danos. O ideal é sempre eliminar hábitos não saudáveis para melhorar o seu desempenho e a eficácia de seu trabalho. Assim, como um atleta, se manter seus hábitos saudáveis, você será um profissional concentrado e produtivo.
Para finalizar, os atletas têm bons hábitos porque têm em mente uma máxima: não basta apenas ter treinado bastante para um jogo, é preciso muita concentração para desempenhar com eficiência suas atividades. Um vendedor também necessita estar pronto para jogar o jogo da sua vida, afinal, os desafios são diários e a busca por resultados deve ser também. Portanto, concentração, timing, conhecer as regras e macetes da profissão, praticar e estruturar o seu dia de trabalho, são algumas técnicas que podem ajudar você e seu time de vendas.

No Varejo: *Gustavo Paulillo, CEO do Agendor, app que ajuda milhares de vendedores a organizar e aumentar diariamente as vendas.

21 de mar. de 2016

Veja quem ditará as regras do consumo


Que Millennials que nada. Quem mudará o jeito de se fazer negócios é a outra geração...Veja

Austin (EUA) - "Fluidez e honestidade: a geração Z e a identidade em 2025". Esse foi o tema da apresentação de Jaclyn Suzuki, Diretora de Criação da Ziba Relevance Studio, no SXSW 2016. Uma apresentação centrada na maneira pela qual a Geração Z modificou a ideia de gêneros. Para os membros dessa geração, discussão sobre gêneros - masculino e feminino - não faz sentido. É uma escolha individual. Mas o que levou essa geração de nativos inteiramente digitais a pensar desse modo?
Para as pessoas da geração Z, mobilidade e interatividade são uma dádiva. Elas impressionam-se menos com os últimos lançamentos e são mais interessadas naquilo que as ajude a conduzir suas "paixões na vida". Cultivam a intimidade, coisas tangíveis e o charme do que é analógico.
Outra característica dessa geração é o cuidado com a privacidade digital. Questões como a neutralidade da rede e a segurança dos dados são extremamente sensíveis. Ao mesmo tempo, é a geração mais midiática de todas. Aceitam que o publicado on-line está lá para sempre, mas, em contrapartida, fazem questão de manter seguro e privado o que decidiram manter seguro e privado.
São separados por culturas e unidos pelas crenças. O efeito Bernie Sanders, pré-candidato do partido democrata à presidência dos EUA, pode ser explicado por essa busca por justiça e igualdade. As pessoas da geração Z acreditam firmemente que estão unidas porque estão conectadas entre si. Elas não focam nas características que possam apartá-las - religião, política, guerras, dinheiro - mas sim no que pode pavimentar o caminho para um futuro melhor para todos. Elas integram múltiplas identidades, para que assim possam mirar sempre no objetivo a ser alcançado. Isso significa que não irão esperar que o mundo mude. Elas farão a mudança. Ponto. As ferramentas da transformação estão nas suas mãos, com seus smartphones, o que as encoraja a ir adiante.
Não por acaso, a geração Z gosta de assumir todos os rótulos. "Vocês não me colocarão em dicionários" parece seu lema, "porque sou o que vocês quiserem", mudando de rótulo a todo instante. Tudo que define um membro da geração Z, do nome da família, ao time, aos futuros empregos pode ser modificado, combinado e redimensionado a cada dia.
  • NOVAREJO está em Austin, nos Estados Unidos, e traz cobertura exclusiva do SXSW, o maior evento multicultural do mundo. Escrito por Jacques Meir.

2 de mar. de 2016

Entenda o comportamento do consumidor durante a crise

Supérfluos nem sempre são primeiros a serem cortados do orçamento
Durante uma crise, é natural que o consumidor faça cortes no orçamento e adote uma postura diferente na hora de fazer compras. Com isso, diversas pesquisas sobre as alterações no comportamento do consumidor são realizadas e, baseadas nelas, as estratégias de marketing, venda e abordagem das empresas mudam.
De acordo com uma pesquisa da Dunnhumby (empresa líder mundial em ciência do consumidor), que analisou dados de 770 milhões de clientes globais, há um novo perfil de consumidor, que não quer abrir mão de seus ganhos de padrão de vida conquistados durante a última década. Por isso, economiza em produtos mais básicos para manter os seus pequenos luxos e indulgências.
Segundo o artigo “O marketing na crise”, publicado na revista Harvard Business Review (hbrbr.com.br/o-marketing-na-crise/), há quatro principais tipos de consumidores na crise. “O segmento pé-no-freio é o mais atingido e corta todo tipo de gasto. Maior de todos, o segmento abalado-mas-paciente também economiza em tudo, mas com menos agressividade. O consumidor em situação tranquila mantém o nível de consumo próximo dos níveis pré-recessão, mas fica um pouco mais seletivo com o que compra (e ostenta menos). Já o segmento que vive-o-presente continua agindo como sempre: sua reação à crise é, basicamente, adiar compras de grande valor. Uma pessoa obviamente pode mudar de segmento se sua situação econômica piorar durante a crise”, expõe o artigo.
A crise muda a maneira com a qual a população se comporta e a divide em públicos que consomem de formas diferentes. Contudo, de uma forma geral, o consumidor está mais atento. “Ele dá mais valor ao seu dinheiro e faz mais pesquisas. Sem dúvida, é necessário ofertar preço, formas de pagamento e atendimento ágil e de qualidade para conseguir efetivar uma venda em época de crise”, afirma Batista. Fonte/Autor por:  CENTRAL PRESS

1 de mar. de 2016

Como pesquisar corretamente a base da pirâmide

Ao estudar os consumidores deste extrato social, os pesquisadores devem aprender a operar sem os pressupostos compartilhados sobre que a comunicação normalmente se baseia



    Marcel Proust escreveu que "a verdadeira viagem de descoberta, não consiste em procurar novas paisagens, mas em ter novos olhos.” Os investigadores que trabalham na base da pirâmide devem abraçar ambas as experiências para serem bem sucedidos em suas pesquisas: explorar novas paisagens em termos de desenvolvimento econômico, infraestrutura e alfabetização, adaptando para mais sutis as diferenças sócio-culturais. (Mundo do Marketing)

    30 de abr. de 2012

    A outra classe emergente

    No Brasil de hoje é impossível não falar das classes sociais emergentes. Alguns a chamam de classe C, outros mais técnicos de classes B2 / C, com critérios múltiplos de enquadramento de famílias, mas a verdade é que o foco é o Brasil que enriquece e que tem uma distribuição de renda um pouco mais justa o que ajuda a embasar o momento econômico do País.

    Por outro lado, é preciso entender que o mercado é multifacetado, sendo a visão exclusivamente econômica uma das possibilidades de observação. Poderíamos avaliar o mercado, por exemplo, sob a ótica das diferenças entre gêneros. Neste caso, a proporção entre homens e mulheres permanece a mesma desde o Censo de 2000 até o de 2010, 49% de homens e 51% de mulheres, porém em 10 anos o Brasil tem quase 1,3 milhão de mulheres a mais do que homens, o que por si só já denota a importância do sexo feminino nos rumos do mercado.



    A outra classe emergente, tão importante quanto a social e que se refere à distribuição etária brasileira. É sabido que a pirâmide etária brasileira está em processo de mutação, pois hoje a população de crianças e adolescente até 19 anos está em processo de diminuição. Por outro lado, as faixas mais velhas evidenciam mudanças significativas e fundamentais que devem ser incorporadas às estratégias empresariais.

    Por estes movimentos são importantes? Por que podem definir investimentos das empresas. Uma empresa do ramo têxtil de moda jovem deveria ampliar sua atuação para a faixa infantil ou para a faixa jovem adulto nos próximos anos? A resposta parece muito clara e, mesmo sabendo que ainda existe um mercado significativo junto às crianças, melhor seria rumar ao público mais velho, quem sabe lançando uma marca que possa acompanhar o crescimento deste público que envelhece.


    As empresas brasileiras devem começar a pensar cada vez mais no médio e no longo prazo. Afastamos o perigo da hiperinflação e já não é preciso assumir um pensamento de overnight. O Brasil vive há 15 anos sem este fantasma, mas ainda boa parte das empresas teima em não pensar a longo tempo. É preciso modificar esta conduta e passar a analisar os dados e as tendências com o intuito de preparar empresas para as mudanças que estão batendo à porta e que vão ser a tônica do futuro, principalmente aquelas que estão determinadas historicamente para acontecer.

    É possível que o País atravesse momentos mais ou menos profícuos em termos econômicos do que atravessa agora, pode ser que a evolução tecnológica seja mais ou menos acelerada do que vem sendo nos últimos anos, mas uma coisa é verdade: tendências demográficas não se modificam de forma fácil ou rápida, salvo um cataclismo ou então os chamados eventos de ruptura como um desastre nuclear. Então por que não assumir também esta visão nos negócios?

    Os dados estão disponíveis. Basta incorporar esta competência de analisá-los construindo uma base sólida para projetar o futuro e assim melhor delimitar a trajetória de sucesso dos negócios.

    Luiz Goes – Gouvêa de Souza

    26 de jul. de 2011

    Estudo da WMcCann traça as oito verdades da classe C na internet

    Levantamento foi realizado com 3.050 entrevistados de cinco países da América Latina

    Os consumidores emergentes não têm hábitos de navegação na internet diferentes da classe média tradicional. Hoje, o nível de maturidade entre os dois segmentos de mercado é bastante parecido, sendo as atividades mais frequentes a comunicação, o lazer, a interação e o compartilhamento. É o que indica uma pesquisa da WMcCann, que traçou o perfil dos internautas da classe C na América Latina e definiu oito verdades sobre as mais de 80 milhões de pessoas emergentes que acessam a web na região.
    A primeira delas mostra que “A internet está tornando o sonho de Che Guevara real”. Segundo o levantamento, o aumento do uso do meio digital promove igualdade social de forma mais rápida do que o aumento da renda e da qualidade da educação. “Ajuda oficial – nem sempre necessária na vida, tampouco na web”: Esta é a segunda verdade classificada pela pesquisa e indica que o consumidor emergente vem desenvolvendo um alto nível de autonomia e independência no mundo digital.
    Em terceiro lugar, aparece a afirmação “Não espere o óbvio. Esta é a terra do ‘jogo bonito’”, que aponta para uma mudança no uso original das plataformas online. Quando perguntados se as redes sociais são apenas para relacionamentos, por exemplo, os entrevistados informaram que também as utilizam para negócios, carreira e família. “Vive-se melhor, mas ainda há muito pelo que se rezar” aparece como a verdade 4 e refere-se ao espaço que pode ser preenchido pelas marcas que desejam construir vínculos mais fortes com este consumidor.
    A quinta verdade, “Melhores pais, melhores filhos”, mostra que para os emergentes a internet é um lugar para trocar preocupações e aprendizados. De acordo com a verdade 6 (“Internet e sedentarismo não combinam. Jura? Juro!”), os internautas da classe C também veem o digital como um aliado para a adoção de hábitos mais saudáveis, enquanto a afirmação de número sete diz que “Marcas são musas. Pessoas são juízas” e chama a atenção para o fato de que as marcas inspiram e as pessoas comuns e seu endosso são as melhores fonte para validação.
    A oitava e última verdade traçada pela WMcCann aponta para um antagonismo: “Comprar bem é a bela, gerenciar é a fera”, e sugere que o “brilho” de uma compra bem feita pode deixar os consumidores emergentes “cegos” diante das outras possibilidades da internet para ajudar em suas finanças. Gerenciar o dinheiro, por exemplo, assustaria e afastaria as pessoas. O Levantamento provém de 3.050 entrevistas em profundidade, realizadas em 26 cidades de cinco países (Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica e México), entre janeiro e fevereiro de 2011. Por Sylvia de Sá, do Mundo do Marketing

    16 de mai. de 2011

    Baixa renda prefere pagar supermercado em dinheiro

    Quase 90% dos consumidores das classes C, D e E utilizam dinheiro quando vão pagar as compras de supermercado, segundo uma pesquisa realizada pelo Instituto Fractal. O estudo considera famílias brasileiras que ganham até R$ 800 por mês. Para Celso Grisi, diretor presidente do instituto, essa parcela da população não tem outro recurso. Quem é bancarizado, por exemplo, normalmente possui uma conta-salário, que apresenta muitas restrições. Em função disso, a opção acaba sendo sacar dinheiro suficiente para a semana inteira e gastá-lo aos poucos. Além disso, com o hábito de usar dinheiro vivo a população de baixa renda sente mais segurança no controle do orçamento.
    FONTE: GS&MD

    24 de mai. de 2010

    Geração Y é um mito ou há uma nova geração de Líderes ?



    Há realmente alguma coisa acontecendo ou é apenas mais uma daquelas “modas” da administração moderna?
    Em 2010 os primeiros jovens da geração Y estarão atingindo os 30 anos de idade, o que significa que os próximos 10 anos veremos cada vez mais, as características desta geração determinando os destinos da sociedade. Eles terão como desafios lidar com os problemas que as gerações anteriores não puderam superar e ainda solucionar aqueles que ainda nem existem.
    Neste cenário é muito comum surgirem teses e fórmulas de ação para lidar com os jovens, principalmente no ambiente corporativo, onde o maior identificador de que alguma coisa diferente acontece está no aumento da rotatividade dos funcionários, principalmente os mais jovens. Este fenômeno é recente e tem desafiado os gestores, que tem que lidar com os elevados custos de re-contratação e re-treinamento de seus empregados, além de precisarem absorver os custos indiretos com as perdas de talentos, as futuras lideranças da corporação.
    A realidade de cada empresa  dificulta a apresentação de "fórmulas infalíveis" que dêem resultados reais. O  caminho é a verdadeira atenção para o fenômeno ( geração Y ) e a abertura de  canais de comunicação de acordo com a realidade de cada  empresa.
    No ambiente corporativo, as avaliações de Clima precisaram ser  analisadas com mais profundidade. A  Geração Y está muito focada em sua rede de relacionamentos, o que inclui os colegas com quem trabalha, assim como o equilíbrio com sua vida "fora da empresa", chamada de vida pessoal.
    Outra coisa muito importante para motivar e  manter os talentos é reavaliar a relação do jovem com seu lider/gestor  imediato. Este é o elo mais frágil atualmente e certamente um nos principais  motivos para que um jovem se desligue de uma empresa.
    Este jovem  valoriza muito, muito mesmo, a relação que tem com seu chefe. Se for positiva, ele permanece e acredita que pode evoluir, se for negativa, ele se esforçará  para se colocar em outra realidade. E neste caso, não se trata de estabelecer  uma relação "paternalista" ou "franciscana" entre o chefe e o jovem. O que a  Geração busca é um mentor que se preocupe com seu desenvolvimento e que apresente desafios estimulante, que levem este jovem a crescer e alcançar rapidamente uma posição mais desafiadora na própria organização. 
    Estamos vendo surgir uma nova geração de lideres, com novos comportamentos, novas expectativas e novas soluções
    Sidnei Oliveira

    17 de fev. de 2010

    Consumidor europeu altera hábitos de consumo para economizar

    Um estudo da GfK com 10.200 consumidores de nove países da Europa indica que, tendo a crise financeira mundial como pano de fundo, os europeus alteraram seus hábitos de consumo para economizar no orçamento familiar. Mais de 40% dos consumidores da Alemanha, Holanda, Áustria e Itália buscaram comprar alimentos e bebidas a preços mais baixos. Para russos e italianos, os cortes prioritários foram com roupas e calçados (49% e 43%, respectivamente). Reduzir as despesas com lazer para economizar dinheiro durante a crise foi uma das maneiras mais utilizadas pelos europeus: diminuir refeições em bares ou restaurantes foi a alternativa encontrada por alemães (48%), franceses (45%), austríacos (41%) e italianos (42%); deixar de ir a cafés ou bares foi a opção de 40% dos respondentes na França e Alemanha; 33% dos consumidores da Alemanha, Áustria, França, Holanda e Reino Unido optaram por conter gastos com férias. A compra de um carro, móveis ou eletrodomésticos foi declarada como intenção adiada especialmente para os russos (45%) e alemães (42%).
    Mercado & Consumo