As demandas do e-mail marketing são antiéticas para as práticas requeridas pela boa entrega?
Esse é um pensamento equivocado. O e-mail marketing eficiente baseia-se em duas características essenciais: segmentação e relacionamento com o cliente, dois dos fundamentos das boas práticas e requisitos primordiais para a entregabilidade. Além disso, há anos o e-mail marketing se remodelou e abandonou o conceito de divulgação e prospecção em massa, que se digladiava com o bom índice de e-mails entregues.
A entregabilidade é um dos pilares essenciais para o sucesso de uma campanha de e-mail marketing. Mas até que ponto ela dificulta o marketing?
Acredito que seja o contrário. Seguir as boas práticas, adequando-se aos padrões de melhor entregabilidade, é a base do ROI no e-mail marketing. Com uma taxa superior de entrada na caixa de e-mail dos usuários, a probabilidade de abertura, cliques e conversão é maior, propiciando uma relação direta com ROI. Além disso, quanto maior a entregabilidade, maiores são o engajamento e a reputação do remetente, ganhando acesso às chamadas whitelists.
Como podemos utilizar as práticas requeridas na entregabilidade para potencializar o marketing?
Primeiramente, utilizando as boas práticas. Os disparos da campanha de e-mail marketing só devem ser direcionados aos usuários ativos, aqueles que possuem algum tipo de interação com suas ações. Passado um determinado período sem qualquer interação, esse seu usuário é considerado inativo, e existe o grande risco de seu remetente ter ido para a blacklist, o que é danoso para a reputação e, por conseguinte, para as ações de marketing da empresa. Por isso, em vez de enviar peças de e-mail marketing para a base completa e correr esses riscos, faça campanhas específicas, crie promoções especiais para esses usuários inativos, reconquiste, refaça o processo de fidelização. Isso é potencializar o marketing e as ações.
FONTE: Experian Virtual Target
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